Funções do Médico Reabilitador

Funções do Médico Reabilitador

Prévio ao ingresso do paciente: Avaliação dos relatórios do paciente No ingresso do paciente:

  • Avaliação do estado geral e da pele (presença e estado de UPPs).
  • Avaliação da necessidade de medidas antiescaras (colchão antiescaras, almofada antiescaras, proteções, calcanheira…).
  • Avaliação da necessidade de cadeira de rodas ou outras ajudas técnicas para os seus deslocamentos.
  • Avaliação da necessidade de contenções.
  • Exploração geral.
  • Exploração neurológica.
  • Exploração do ponto de vista reabilitador: equilíbrio articular, equilíbrio muscular, coordenação e equilíbrio, existência de dor, espasticidade, tremor, rigidez, défices sensitivos, posicionamento, controlo de tronco, capacidade de passagem de sedestação a bipedestação, padrão de bipedestação, capacidade e padrão de marcha, possibilidade de manipulação, capacidade funcional do paciente.
  • Observação do paciente em diferentes situações e âmbitos (cama, ginásio, sala de terapia ocupacional, refeitório…) com o fim de determinar a situação funcional real.
  • Administração de distintas escalas de avaliação do paciente.
  • Planeamento de objetivos terapéuticos.
  •  Comunicação à equipa de fisioterapia e terapia ocupacional da situação clínica e funcional do paciente, das pautas de tratamento a seguir, precauções, riscos e objetivos terapéuticos.
  • Entrevista inicial com a familia.
  • Elaboração de relatório médico de ingresso.
  • Apresentação do paciente em sessão clínica.

Durante o processo reabilitador: 

  • Revisão diária dos pacientes e das incidencias.
  • Diagnóstico e tratamento dos processos intercorrentes durante o processo rehabilitador.
  • Avaliação da necessidade de ajudas técnicas ou ortésicas e prescrição das mesmas.
  • Diagnóstico, avaliação, aplicação e acompanhamento de tratamentos da espasticidade (farmacológico, posicional, toxina botulínica).
  • Diagnóstico e tratamento da dor.
  • Avaliação, junto a fisioterapeutas e terapeutas ocupacionais, da necessidade e conveniência de tratamentos específicos (punção seca, taping neuromuscular propriocetivo, terapia restritiva…).
  • Programação do eletroestimulador BIONESS H300.
  • Revisão dos objetivos terapéuticos.
  • Entrevistas evolutivas com as famílias.
  • Elaboração de relatórios evolutivos.
  • Pedido de provas complementares ou consultas externas.
  • Elaboração de relatórios para o pedido de ajudas e recursos sociais.

Antes de dar alta:

  • Entrevista com os familiares. Avaliação dos recursos à alta, orientação sobre adaptações domiciliares e ajudas técnicas, pautas de cuidados, treino, junto aos fisioterapeutas e terapeutas ocupacionais, em mobilizações, transferências, ajudas na marcha, atividades básicas da vida diária. Treino, junto com a enfermagem de cuidados de sondas e alimentação enteral, cuidado de pele. Treino, junto das auxiliares de transferências em guincho, asseio, mudança de fraldas.
  • Elaboração de relatório de alta
  • Pauta de tratamento quando for dada alta

Funções do Ortofonista

 

1.- FASE DE AVALIAÇÃO.-

– Revisão dos relatórios fornecidos pela família e/ou remetidos pelos hospitais de referência ou outros centros especializados de tratamento.

– Recolha de dados sobre antecedentes familiares e pessoais de interesse e história da doença atual.

– Entrevistas clínicas com os familiares e/ou responsáveis pelo paciente, em caso necessário.

– Avaliação e diagnóstico da existência ou não de alterações na deglutição:

–       Exame das funções orofaciais básicas (respiração, sopro, tosse e reflexo de arcada).

–       Exame das estruturas faringo-laríngeas (paresia e/ou assimetria facial, desvio lingual, selagem labial, velo palatino, maxilares, articulação temporomandibular e tom muscular).

–       Exame da mobilidade orofacial (sobrancelhas, lábios, língua, faces, mandíbula e velo palatino): força, categoria, velocidade, precisão, estabilidade motriz e tom.

–       Exame do padrão mastigatório e digestivo: normal ou atípico.

–       Exame das fases da deglutição: oral preparatória, oral de transporte, faríngea e esofágica (alterações digestivas, êxtase salivar, aspirações, digestões fracionadas, pausas prolongadas, alterações de voz, tosse frequente, sensação de falta de ar…).

–       Exame digestivo adaptado para a criança com paralisia cerebral (sucção, deglutição, mordida e mastigação).

–       Método de Exploração Clínica Volume-Viscosidade (MECV-V) para detetar possíveis disfunções na eficácia e segurança da deglutição: bolos alimentares de 3 viscosidades (néctar, líquido e pudim) e 3 volumes crescentes (5, 10 e 20 ml.).

–       Monitorização da saturação periférica de oxigénio (pulsioxímetro).

–       Diagnosticar o tipo de disfagia (orofaríngea/esofágica, mecânica/funcional).

–       Avaliar o tipo de alimentação em função da gravidade da disfagia: alimentação por via oral/ nutrição enteral por sonda nasogástrica ou de gastrostomía.

–       Estabelecer o tipo de dieta por via oral: basal, de fácil mastigação e triturada.

–       Determinar a consistência dos líquidos em função da quantidade de espessante: néctar, mel e pudim.

–       Informar o departamento de enfermagem das dietas dos pacientes com disfagia, após a avaliação ao ingresso.

–       Assessorar o pessoal auxiliar sobre as pautas de alimentação a seguir com os pacientes com alterações na deglutição.

–       Solicitar a derivação ao especialista ORL para avaliações complementares, em caso necessário.

– Avaliação e diagnóstico da existência ou não de alterações na voz:

–          Exame da função vocal: análise acústica da voz mediante programa informático (Multi- Speech), cálculo do cociente de fonação e prova s/z.

–       Avaliação dos parâmetros fono-respiratórios: espirometria informatizada, tipo respiratório e cálculo dos diferentes tempos fono-respiratórios (fonatório, expiratório, de apneia, de expiração e de emissão máxima).

–          Avaliar o comportamento fonatório geral durante a fala espontânea e a leitura de um texto: postura, coordenação fono-respiratória, ritmo da fala e volume da voz.

–          Solicitar, em caso necessário, a derivação ao especialista de ORL para uma exploração anatómica e funcional da laringe.

– Avaliação e diagnóstico da existência ou não de alterações na fala:

– Exame geral da motricidade orofacial e faringo-laringea: simetria facial, sopro, tipo respiratório, mastigação, deglutição, êxtase salivar, praxias orofaciais…

– Exame adaptado da motricidade orofacial e faringo-laríngea para a criança com paralisia cerebral.

– Exame fonoarticulatório por repetição de palavras e frases.

– Registo Fonológico Induzido mediante a apresentação de imagens.

– Exame da inteligibilidade global da fala.

-Avaliação e diagnóstico da existência ou não de alterações na linguagem (oral e escrita) e na comunicação:

– Avaliação da linguagem em crianças na etapa pré-verbal: atenção visual e auditiva, imitação, seguimento de ordens, intenção comunicativa, vocalizações…

– Avaliação da expressão verbal: avaliar a capacidade para repetir, evocar, denominar por confrontação visual, recitar séries automáticas, descrever, conversar e expressar-se espontáneamente.

– Avaliação da compreensão oral: avaliar a capacidade para identificar imagens, seguir ordens simples e complexas e compreender material ideativo complexo.

– Avaliação da leitura: avaliar a capacidade para discriminar letras e palavras escritas, reconhecer palavras escritas, compreender a soletração oral, combinar desenho e palavra e ler orações e parágrafos.

– Avaliação da escritura: avaliar a mecânica da escritura, a transcrição de séries de letras e numéricas, o ditado elementar, a denominação por confrontação escrita, a soletração ditada, orações ditadas e a escritura narrativa.

– Avaliação da entoação melódica e a reprodução rítmica.

– Avaliação da capacidade de cálculo simples e complexo.

– Avaliação das habilidades visuoconstrutivas.

– Diagnosticar transtornos da linguagem (afasia), estabelecendo o tipo de afasia em função da modalidade de linguagem afetada (motora, motora mista, sensorial, anómica, global…).

– Elaboração de relatórios ortofonistas de avaliação em que se informa dos resultados obtidos, do diagnóstico e do plano de tratamento.

2.- FASE DE TRATAMENTO.-

– Estabelecer os objetivos gerais e específicos da intervenção.

– Reabilitação das alterações na deglutição:

– Terapia miofuncional: exercícios ativos e passivos para melhorar a mobilidade, o tom, a potência e a força muscular dos órgãos afetados (lábios, língua, masseteres , palato mole e articulação temporomandibular).

– Estimulação elétrica da musculatura facial e faringo-laríngea.

– Início da ingestão alimentar por via oral em pacientes portadores de sonda de nutrição enteral (nasogástrica ou de gastrostomia).

– Técnicas compensatórias e manobras de deglutição adequadas ao tipo de afetação.

– Modificações na consistência da dieta, no volume do bolo e na viscosidade dos líquidos.

– Acompanhamento das dietas progressivas em pacientes com disfagia: purés finos, purés consistentes, alimentos com textura constante, alimentos com qualquer textura e dieta normal.

– Assistência e/ou supervisão durante as refeições do paciente com disfagia.

– Coordenar com o departamento de enfermagem as dietas dos pacientes com disfagia e informar das modificações nas mesmas.

– Assessoramento a familiares e cuidadores de pacientes com problemas de disfagia que se encontrem em regime ambulatório.

– Reabilitação das alterações da voz:

– Tratamento da respiração: instaurar o tipo respiratório correto, controlar o ar expiratório, aumentar ou diminuir o volume de voz e instaurar uma correta coordenação fono-respiratória.

– Reeducação do controlo postural.

– Melhorar os parâmetros acústicos da voz: tom, timbre, intensidade, melodia, entoação…

– Reabilitação das alterações da fala:

– Tratamento dos processos motores da fala para corrigir o defeito articulatório: coordenação fono-respiratória, postura, tom e força muscular orofacial, ressonância, fonação, articulação e prosódia.

– Reabilitação das alterações da linguagem expressiva e recetiva:

– Tratamento da expressão verbal:

. Transtornos do débito: redução da fala/ gíria logorreica.

. Transtornos fonéticos: corrigir a alteração e deformação dos fonemas, tratar as apraxias orofaciais, readquirir os fonemas afetados e reduzir a disprosódia.

. Transtornos fonológicos: corrigir as transformações das palavras por substituição, omissão ou deslocamento dos fonemas (parafasias).

. Alterações lexicais: atualizar o léxico, corrigir a falta de vocábulo (anómia) e facilitar a procura de palabras.

. Alterações sintáticas: corrigir o agramatismo (“fala telegráfica”) ou o paragramatismo (alterações aleatórias dos elementos de uma frase).

–       Tratamento da compreensão oral:

. Transtorno gnósico: melhorar a discriminação dos sons.

. Transtorno psicolinguístico: aceder ao significado das palabras.

. Transtorno acústico-mnésico: facilitar a retenção de informação verbal.

– Reabilitação da linguagem escrita:

– Tratamento dos processos percetivos: discriminação visual e auditiva.

– Tratamento do processador léxico: rota visual e rota fonológica.

– Tratamento do processador sintático: estrutura das frases e signos de pontuação.

– Tratamento do processador sintático: estrutura das frases e signos de pontuação.

– Tratamento da memória a curto prazo e memória de trabalho.

– Elaboração, treino e generalização de Sistemas Alternativos de Comunicação (SAC) para aqueles pacientes com impossibilidade ou importante limitação para se comunicarem com as pessoas da sua envolvente.

– Manejo e assessoramento sobre ajudas técnicas para a comunicação adaptados às limitações específicas do paciente: computadores e tabuleiros de letras, palavras ou imagens.

– Intervenção ortofonista em paralisia cerebral infantil:

. Relaxação da musculatura orofacial.

. Facilitação postural.

. Tratamento da alimentação e controlo da sialorreia.

. Tratamento da articulação da fala.

. Estimulação da linguagem expressiva e recetiva.

3.- FASE DE ALTA.-

3.1. Regime ambulatório:

– Relatórios ortofonistas de alta a regime ambulatório com o objeto de informar sobre a evolução do paciente desde o início do tratamento até ao momento da alta, considerando a opção ou não de continuar com o tratamento ortofonista.

– Elaboração e aplicação de planos específicos de intervenção para reforçar os êxitos adquiridos.

– Assessoramento a familiares e cuidadores de pacientes com disfagia sobre pautas específicas de alimentação.

– Assessoramento a familiares e cuidadores de pacientes com transtornos da linguagem e da comunicação para facilitar a interação verbal e o uso de comunicadores.

3.2. Definitiva:

– Relatórios ortofonistas de alta definitiva em que se reflita a evolução do paciente desde o início do tratamento, os êxitos conseguidos, os défices que ainda podem persistir, a possibilidade de beneficiar ainda de tratamento ortofonista e umas orientações sobre o manejo domiciliário em caso de disfagia ou de transtornos da linguagem e da comunicação.

Departamento de Terapia Ocupacional

FASE DE AVALIAÇÃO

  • Avaliação de Atividades básicas e instrumentais da vida diária.
  • Avaliação da funcionalidade do membro superior (braços e mãos).
  • Fixação de objetivos.

FASE DE TRATAMENTO

 ASPETOS MANIPULATIVOS

  • Realização de Atividades básicas: alimentação, vestido, asseio pessoal, controlo de esfíncteres, porte, transferências, Recomendações de ajudas técnicas.
  • Treino das ABVD.
  • Tratamento postural do paciente hemiplégico e realização de transferencias.Terapia funcional membro superior: Exercícios manipulativos, psicomotricidade fina, NESS H200 e mobilizações. 

ASPETOS COGNITIVOS

  • Executar os tratamentos prescritos no departamento de Neuropsicología.
  • Realização de Estimulação cognitiva mediante a plataforma Neuronup, wii reabilitation, exercícios grafomotores em papel…
  • Realização de atividades Instrumentais: Manejo do dinheiro, mobilidade e transporte, orientação topográfica e mapas…

FASE DE ALTA

  1. Minimizar o custo das ajudas técnicas e humanas necessárias mediante o estudo da adaptação da casa.
  2. Realização de protocolo de cuidados domiciliários.
  3. Favorecer a motivação e incentivação do paciente e dos seus cuidadores.
  4. Estabelecer unas pautas de manejo do paciente em casa de todos os pontos de vista (transferências, higiene, sexualidade, treino,…).

Funções de enfermagem

FUNÇÕES DE ENFERMAGEM

1.- FASE DE AVALIAÇÃO.-

  • Revisão dos relatórios fornecidos pela família e/ou remetidos pelos hospitais em referência a Cuidados de Enfermagem.
  • Recolha de dados sobre antecedentes familiares e pessoais de interesse e história da doença atual através de uma entrevista.
  • Realização de protocolo de Enfermagem ao Ingresso: Tomada de Constantes, ECG, avaliação geral, estado de pele e mucosas, alergias, dieta…
  • Avaliação da capacidade de autocuidado.
  • Avaliação das atividades instrumentais da Vida diária.

2.- FASE DE TRATAMENTO.-

  • Realização de diversas funções, com independência de que o tratamento se desenvolva de maneira hospitalar ou ambulatória:
  1. Administração e preparação diária do tratamento farmacológico prescrito.
  2. Realização diária de curas e aplicação de tratamentos tópicos.
  3. Avaliação da capacidade de autocuidado.
  4. Avaliação das atividades instrumentais da Vida diária.
  5. Pautar as mudanças posturais de pacientes encamados para evitar a aparição de escaras e/ou tratamento das mesmas e propor a conveniência do uso de colchão antiescaras.
  6. Revisão diária do estado da pele e mucosas.
  7. Realização de análises Clínicas.
  8. Escolha do tipo de dieta junto ao Departamento de Ortofonía.
  9. Educação do Controlo de esfíncteres.
  10. Manutenção e Acompanhamento da troca de sondas, cânulas e catéteres…
  11. Realização de tomada de constantes, glicemias, controlos de Sintrom…
  12. Aspiração de excreções e realização de drenagens posturais.

3.- FASE DE ALTA.-

  • Realização do Relatório de Enfermagem à alta com as Indicações de autocuidado, Dieta e Tratamento farmacológico a administrar.
  • Educação Sanitária ao paciente e familiares: Cuidados de Sondas, administração de Injetáveis, (insulinas, heparinas…), asseio do paciente e cuidado da pele.

Ortofonista

  • logopedia

Funções do Ortofonista

FASE DE AVALIAÇÃO

– Revisão dos relatórios fornecidos pela família e/ou remetidos pelos hospitais de referência ou outros centros especializados de tratamento.

– Recolha de dados sobre antecedentes familiares e pessoais de interesse e história da doença atual.

– Entrevistas clínicas com os familiares e/ou responsáveis pelo paciente, em caso necessário.

– Avaliação e diagnóstico da existência ou não de alterações na deglutição:

  • Exame das funções orofaciais básicas (respiração, sopro, tosse e reflexo de arcada).
  • Exame das estruturas faringo-laríngeas (paresia e/ou assimetria facial, desvio lingual, selagem labial, velo palatino, maxilares, articulação temporomandibular e tom muscular).
  • Exame da mobilidade orofacial (sobrancelhas, lábios, língua, faces, mandíbula e velo palatino): força, categoria, velocidade, precisão, estabilidade motriz e tom.
  • Exame do padrão mastigatório e digestivo: normal ou atípico.
  • Exame das fases da deglutição: oral preparatória, oral de transporte, faríngea e esofágica (alterações digestivas, êxtase salivar, aspirações, digestões fracionadas, pausas prolongadas, alterações de voz, tosse frequente, sensação de falta de ar…).
  • Exame digestivo adaptado para a criança com paralisia cerebral (sucção, deglutição, mordida e mastigação).
  • Método de Exploração Clínica Volume-Viscosidade (MECV-V) para detetar possíveis disfunções na eficácia e segurança da deglutição: bolos alimentares de 3 viscosidades (néctar, líquido e pudim) e 3 volumes crescentes (5, 10 e 20 ml.).
  • Monitorização da saturação periférica de oxigénio (pulsioxímetro).
  • Diagnosticar o tipo de disfagia (orofaríngea/esofágica, mecânica/funcional).
  • Avaliar o tipo de alimentação em função da gravidade da disfagia: alimentação por via oral/ nutrição enteral por sonda nasogástrica ou de gastrostomia.
  • Estabelecer o tipo de dieta por via oral: basal, de fácil mastigação e triturada.
  • Determinar a consistência dos líquidos em função da quantidade de espessante: néctar, mel e pudim.
  • Informar o departamento de enfermagem das dietas dos pacientes com disfagia, após a avaliação ao ingresso.
  • Assessorar o pessoal auxiliar sobre as pautas de alimentação a seguir com os pacientes com alterações na deglutição.
  • Solicitar a derivação ao especialista ORL para avaliações complementares, em caso necessário.

-Avaliação e diagnóstico da existência ou não de alterações na voz:

–          Exame da função vocal: análise acústica da voz mediante programa informático (Multi- Speech), cálculo do cociente de fonação e prova s/z.

  • Avaliação dos parâmetros fono-respiratórios: espirometria informatizada, tipo respiratório e cálculo dos diferentes tempos fono-respiratórios (fonatório, expiratório, de apneia, de expiração e de emissão máxima).

–          Avaliação dos parâmetros fono-respiratórios: espirometria informatizada, tipo respiratório e cálculo dos diferentes tempos fono-respiratórios (fonatório, expiratório, de apneia, de expiração e de emissão máxima).

–          Solicitar, em caso necessário, a derivação ao especialista de ORL para uma exploração anatómica e funcional da laringe.

– Avaliação e diagnóstico da existência ou não de alterações na fala:

– Exame geral da motricidade orofacial e faringo-laringea: simetria facial, sopro, tipo respiratório, mastigação, deglutição, êxtase salivar, praxias orofaciais…

– Exame adaptado da motricidade orofacial e faringo-laríngea para a criança com paralisia cerebral.

– Exame fonoarticulatório por repetição de palavras e frases.

– Registo Fonológico Induzido mediante a apresentação de imagens.

– Exame da inteligibilidade global da fala.

– Avaliação e diagnóstico da existência ou não de alterações na linguagem (oral e escrita) e na comunicação:

– Avaliação da linguagem em crianças na etapa pré-verbal: atenção visual e auditiva, imitação, seguimento de ordens, intenção comunicativa, vocalizações…

– Avaliação da expressão verbal: avaliar a capacidade para repetir, evocar, denominar por confrontação visual, recitar séries automáticas, descrever, conversar e expressar-se espontáneamente.

– Avaliação da compreensão oral: avaliar a capacidade para identificar imagens, seguir ordens simples e complexas e compreender material ideativo complexo.

– Avaliação da leitura: avaliar a capacidade para discriminar letras e palavras escritas, reconhecer palavras escritas, compreender a soletração oral, combinar desenho e palavra e ler orações e parágrafos.

– Avaliação da escritura: avaliar a mecânica da escritura, a transcrição de séries de letras e numéricas, o ditado elementar, a denominação por confrontação escrita, a soletração ditada, orações ditadas e a escritura narrativa.

– Avaliação da entoação melódica e a reprodução rítmica.

– Avaliação da capacidade de cálculo simples e complexo.

– Avaliação das habilidades visuoconstrutivas.

– Diagnosticar transtornos da linguagem (afasia), estabelecendo o tipo de afasia em função da modalidade de linguagem afetada (motora, motora mista, sensorial, anómica, global…).

– Elaboração de relatórios ortofonistas de avaliação em que se informa dos resultados obtidos, do diagnóstico e do plano de tratamento.

FASE DE TRATAMENTO

– Estabelecer os objetivos gerais e específicos da intervenção.

– Reabilitação das alterações na deglutição:

– Terapia miofuncional: exercícios ativos e passivos para melhorar a mobilidade, o tom, a potência e a força muscular dos órgãos afetados (lábios, língua, masseteres , palato mole e articulação temporomandibular).

– Estimulação elétrica da musculatura facial e faringo-laríngea.

– Início da ingestão alimentar por via oral em pacientes portadores de sonda de nutrição enteral (nasogástrica ou de gastrostomia).

– Técnicas compensatórias e manobras de deglutição adequadas ao tipo de afetação.

– Modificações na consistência da dieta, no volume do bolo e na viscosidade dos líquidos.

– Acompanhamento das dietas progressivas em pacientes com disfagia: purés finos, purés consistentes, alimentos com textura constante, alimentos com qualquer textura e dieta normal.

– Assistência e/ou supervisão durante as refeições do paciente com disfagia.

– Coordenar com o departamento de enfermagem as dietas dos pacientes com disfagia e informar das modificações nas mesmas.

– Assessoramento a familiares e cuidadores de pacientes com problemas de disfagia que se encontrem em regime ambulatório.

– Reabilitação das alterações da voz:

– Tratamento da respiração: instaurar o tipo respiratório correto, controlar o ar expiratório, aumentar ou diminuir o volume de voz e instaurar uma correta coordenação fono-respiratória.

– Reeducação do controlo postural.

– Melhorar os parâmetros acústicos da voz: tom, timbre, intensidade, melodia, entoação…

– Reabilitação das alterações da fala:

– Tratamento dos processos motores da fala para corrigir o defeito articulatório: coordenação fono-respiratória, postura, tom e força muscular orofacial, ressonância, fonação, articulação e prosódia.

– Reabilitação das alterações da linguagem expressiva e recetiva:

– Tratamento da expressão verbal:

. Transtornos do débito: redução da fala/ gíria logorreica.

. Transtornos fonéticos: corrigir a alteração e deformação dos fonemas, tratar as apraxias orofaciais, readquirir os fonemas afetados e reduzir a disprosódia.

. Transtornos fonológicos: corrigir as transformações das palavras por substituição, omissão ou deslocamento dos fonemas (parafasias).

. Alterações lexicais: atualizar o léxico, corrigir a falta de vocábulo (anómia) e facilitar a procura de palabras.

. Alterações sintáticas: corrigir o agramatismo (“fala telegráfica”) ou o paragramatismo (alterações aleatórias dos elementos de uma frase).

  • Tratamento da compreensão oral:

. Transtorno gnósico: melhorar a discriminação dos sons.

. Transtorno psicolinguístico: aceder ao significado das palabras.

. Transtorno acústico-mnésico: facilitar a retenção de informação verbal.

– Reabilitação da linguagem escrita:

– Tratamento dos processos percetivos: discriminação visual e auditiva.

– Tratamento do processador léxico: rota visual e rota fonológica.

– Tratamento do processador sintático: estrutura das frases e signos de pontuação.

– Tratamento do processador semântico: compreensão da informação.

– Tratamento da memória a curto prazo e memória de trabalho.

– Elaboração, treino e generalização de Sistemas Alternativos de Comunicação (SAC) para aqueles pacientes com impossibilidade ou importante limitação para se comunicarem com as pessoas da sua envolvente.

– Manejo e assessoramento sobre ajudas técnicas para a comunicação adaptados às limitações específicas do paciente: computadores e tabuleiros de letras, palavras ou imagens.

– Intervenção ortofonista em paralisia cerebral infantil:

. Relaxação da musculatura orofacial.

. Facilitação postural.

. Tratamento da alimentação e controlo da sialorreia.

. Tratamento da articulação da fala.

. Estimulação da linguagem expressiva e recetiva.

FASE DE ALTA

Regime ambulatório:

– Relatórios ortofonistas de alta a regime ambulatório com o objeto de informar sobre a evolução do paciente desde o início do tratamento até ao momento da alta, considerando a opção ou não de continuar com o tratamento ortofonista

– Elaboração e aplicação de planos específicos de intervenção para reforçar os êxitos adquiridos.

– Assessoramento a familiares e cuidadores de pacientes com disfagia sobre pautas específicas de alimentação.

– Assessoramento a familiares e cuidadores de pacientes com transtornos da linguagem e da comunicação para facilitar a interação verbal e o uso de comunicadores.

Definitiva:

– Relatórios ortofonistas de alta definitiva em que se reflita a evolução do paciente desde o início do tratamento, os êxitos conseguidos, os défices que ainda podem persistir, a possibilidade de beneficiar ainda de tratamento ortofonista e umas orientações sobre o manejo domiciliário em caso de disfagia ou de transtornos da linguagem e da comunicação.

Alterações da linguagem: AFASIAS

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Alterações da Fala: DISARTRIA

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Alterações da Voz: DISFONIA

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Terapia VitalStim para a deglutição

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Neuropsicologia

NEUROPSICOLOGIA

O que é a neuropsicología?

A neuropsicologia é a especialidade da psicologia que estuda a relação cérebro-conduta nos indivíduos e, em especial, nas pessoas que sofreram uma lesão cerebral e em consequência apresentam uma diminuição das funções psicológicas superiores.

O que é que são as funções psicológicas superiores?

As funções psicológicas superiores são aquelas capacidades cognitivas que nos permitem enfrentar, de forma eficaz e com eficiência, as exigências da vida diária a que nos encontramos expostas as pessoas ao longo da nossa vida. Podemos destacar:

A atenção possibilita que a pessoa se possa centrar em qualquer atividade que se proponha, sem perder o curso da mesma, podendo manter-se um período imerso numa atividade (estudar, conduzir, ler um livro, ver televisão, seguir uma conversa, levar a cabo qualquer tarefa doméstica e rotineira da casa…).

A linguagem é a faculdade que nos permite comunicar com os outros, podendo entender as mensagens transmitidas e emitir as nossas próprias. Ou seja, é a base das relações pessoais e da comunicação social. No entanto, a linguagem é um instrumento para a atividade intelectual (pensar, memorizar, representar a realidade…) e para a organização e regulação dos processos mentais (planear, programar…).

A leitura e a escritura são formas especiais de linguagem compreensiva e expressiva.
Por tudo isso, as pessoas com alterações na linguagem (afasias) vão ter dificuldades para expressar muitos dos seus pensamentos ou entender instruções e o que acontece no seu âmbito sociofamiliar.

A memória é o que faz, em grande parte, com que as pessoas sejamos diferentes. “Somos o que a nossa memória é”, desde que nascemos vamos acumulando experiências e lembranças, e quando aquelas desaparecem por uma lesão, apaga-se toda a nossa história pessoal. É como se o nosso computador pessoal tivesse um vírus informático e perdêssemos toda a informação (fotos, música, vídeos, número de contas bancárias…) comportando uma angústia e uma impotência para poder funcionar minimamente.

Igualmente, as alterações de memória podem tornar-se patentes na vida diária apresentando dificuldades para reter a informação que direta ou indiretamente lhe seja administrada à pessoa (o que fez o dia anterior, quem ligou por telefone, conversas, filmes, leitura de imprensa e livros, e até pode repetir-se em determinados aspetos por esquecer que já falou deles…), bem como de memória prospetiva (o que tem que fazer amanhã, o que se tem que comprar, o almoço que tinha de fazer hoje…).

Igualmente, os problemas de memória podem comportar a impossibilidade para reconhecer caras e pessoas familiares (pode considerar a esposa e os filhos como estranhos), ou o espaço imediato em que nos movimentamos (desorientar-se e perder-se num lugar conhecido).

As funções executivas e a capacidade de raciocínio possibilitam manejar adequadamente a informação que nos chega, permitindo-nos compreender e integrar eficientemente as exigências da vida diária, e atuando de uma maneira programada e planeada, antecipando as consequências da nossa conduta (elaborar as refeições, as atividades domésticas, ir às compras…).

As funções visuais superiores vão ser necessárias para manejar toda a informação na modalidade visual que percebemos diariamente, e podem-se refletir na vida diária dos pacientes em dificuldades para entender desenhos e informação visual complexa com finalidade comunicativa (símbolos de avisos e advertências, de instruções…) e existindo uma certa suscetibilidade à desorientação topográfica (a pessoa pode perder-se quando passear pela sua zona, pode não encontrar a saída quando aceder a um sítio novo…), entre outros aspetos.

Os aspetos afetivos e comportamentais podem ver-se alterados por um dano cerebral?

Os aspetos afetivos e emocionais têm um papel fundamental. A nossa conduta encontra-se guiada pelos nossos sentimentos, desejos e necessidades. Após um dano cerebral, estes aspetos desempenham um papel muito importante na vida do paciente e, nomeadamente, na família do mesmo. Podem produzir-se problemas para o controlo e a regulação comportamental, irritabilidade, agressividade, impulsividade, desinteresse e desmotivação generalizada (até as coisas de que gostavam antes deixam de interessar, ou para as atividades mais básicas como a higiene e a alimentação…), sentimentos depressivos (pranto, desesperança…), infantilismo (interesses e condutas inapropriadas para a idade do paciente), desinibição geral (podem falar muito e não manter o fio da conversa, não guardar as distâncias interpessoais, comportar-se orientado para as suas necessidades e sem se importarem com a opinião dos outros…) ou desinibição sexual (mostram uma atitude orientada para a sexualidade), entre outros problemas.

Porque é que a família deve ter-se em conta junto com o paciente?

Quando surgir um dano cerebral de maneira inesperada, especialmente em pessoas novas, é como uma bomba que explode no seio familiar, podendo desestabilizar o equilíbrio prévio, dado que apanha absolutamente desprevenida a família e sem preparação alguma.

Os afetos desenvolvem-se fundamentalmente no seio familiar, portanto este é o lugar onde se vão notar os problemas afetivos. Mas também é na família onde os afetos podem ser reconduzidos. Para isso, a família deve estar assessorada adequadamente para enfrentar as situações que se possam produzir, e mesmo para manejar as suas próprias emoções e sentimentos.

Quem é que pode beneficiar da intervenção neuropsicológica?

Todas as pessoas que tenham sofrido uma lesão no cérebro e que como consequência apresentem uma diminuição das suas capacidades neuropsicológicas (atenção, memória, linguagem, afetos e comportamento….), bem como a família do paciente.

Que outras intervenções se podem fazer a partir da neuropsicología?

Além da avaliação e do tratamento reabilitador das funções psicológicas após uma lesão cerebral, a neuropsicologia intervém em outras áreas e com outras finalidades, tais como:

– A deteção precoce dos processos degenerativos (Alzheimer e outras demências) com a finalidade de estabelecer os programas de estimulação paliativos que atrasem a evolução da doença.

– No âmbito judicial, trata de estabelecer com objetividade as lesões e limitações após uma lesão cerebral, para que se possam estabelecer indemnizações e compensações económicas justas e apropriadas. Também procura esclarecer se a sintomatologia e os problemas são devidos a uma lesão cerebral ou, pelo contrário, obedecem a outras causas como a simulação, fingimento ou exageração dos mesmos.

– Os diagnósticos diferenciais também são comuns dentro da atividade do neuropsicólogo. Esclarece-se se a sintomatologia que apresenta um paciente é devida a um dano no cérebro ou, pelo contrário, são processos de origem psicológica (por exemplo, nos estádios iniciais da demência, é possível que a doença curse com uma sintomatologia emocional que pode ser confundida com a depressão).

Como é o processo de intervenção neuropsicológica?

A primeira atuação vai encaminhada a realizar uma avaliação e diagnóstico da situação neuropsicológica do paciente, com o objetivo de conhecer e responder a perguntas tais como, que problema apresenta?, qual é a causa?, que implicações tem sobre o seu funcionamento psicológico e social?, qual é o seu prognóstico?, entre outras.

Numa segunda etapa, é elaborado um programa de reabilitação neuropsicológica, com uns objetivos terapêuticos, levando-se a cabo de forma individualizada e ajustada às necessidades e características do paciente.

Por último, quando finaliza o programa de reabilitação neuropsicológica, é realizada uma nova avaliação para constatar a consecução dos objetivos e a situação neuropsicológica do paciente.

Como se obtém a informação para saber o que é que aconteceu a uma pessoa?

Para avaliar e diagnosticar a problemática de um paciente, os neuropsicólogos obtêm a informação de diferentes fontes e técnicas:

– Entrevistas com o paciente e com a família.
– Recolha de informação do historial médico.
– Observação do paciente.
– Utilização de testes e provas psicológicas e neuropsicológicas específicas.

Que é técnicas e ferramentas são utilizadas na reabilitação neuropsicológica?

O neuropsicólogo pode usar qualquer das técnicas e procedimento habituais na psicologia clínica, que sejam apropriadas de forma personalizada e para uma situação determinada.

Além disso, existem técnicas e procedimentos terapêuticos específicos na neuropsicologia, dirigidos a que, os problemas provocados pelo dano cerebral, tenham a menor influência negativa na vida do indivíduo e tratando de que o paciente funcione adequadamente do ponto de vista psicossocial. Por exemplo, se uma pessoa tiver dificuldades para memorizar os factos da vida diária, pode chegar a fazê-lo após um treinamento programado ou, em última instância, se a memória não chegar a ser eficaz, o paciente será adestrado para que utilize mecanismos de compensação, como por exemplo ensinando-lhe a ter um diário ou notas distribuídas pela casa, etc.

O mesmo acontece com outras funções; desta forma se, por exemplo, o problema a tratar for de linguagem expressiva (afasia), vai-se procurar desenvolver essa função, e quando isso já não for possível, serão aplicadas técnicas de compensação para conseguir uma comunicação eficaz por parte do paciente.

Ou seja, com a reabilitação neuropsicológica consegue-se que as zonas do cérebro que não estejam danificadas, trabalhem na recuperação funcional do paciente, perseguindo-se que as áreas intactas compensem, supram ou assumam as funções próprias das zonas danificadas.

Entre os procedimentos e técnicas neuropsicológicas encontram-se:

– Método discursivo.
– Tarefas de lápis e papel.
– Programas informáticos.
– Plataforma web NeuronUP

NESS H200 y L300 en Hemiplejia

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NESS H200

El Ness H200, es un sistema de estimulación muscular para la rehabilitación de la mano que puede ayudar a los pacientes a recuperar la funcionalidad de la mano debido a un Ictus, daño cerebral por traumatismo, lesión incompleta de la médula espinal y otras patologías neurológicas.

NESS H2001Ness H200 está formado por dos componentes de última generación: una órtesis ligera y cómoda y una unidad de control de la mano. El funcionamiento es sencillo. La órtesis tiene 5 electrodos superficiales que se adaptan al antebrazo y a la mano. El especialista regula la unidad de control que envía los pulsos eléctricos a los electrodos de la órtesis permitiendo a los pacientes agarrar, pellizcar y liberar con los dedos y el pulgar.
NESS H2002La ventaja de Ness H200 es que tiene siete programas distintos que permiten personalizar la rehabilitación en función de las necesidades de cada paciente. Además de ayudar al movimiento de la muñeca y de la mano, Ness H200 puede reeducar la musculatura, mantener o incrementar el rango de movimiento, incrementar la circulación sanguínea y prevenir la atrofia muscular. De esta forma consigues:

• Disminuir la espasticidad
• Aumentar la movilidad
• Disminuir la rigidez
• Disminuir el edema en la mano
• Aumentar la participación del paciente en la actividad manipulativa que esta realizando
• Acelerar el proceso de rehabilitación del miembro superior gracias a la propia sobre-estimulación
NESS H2003

BIONESS L300

El sistema para pie pendular BIONESS L300 es un revolucionario sistema que esta diseñado para ayudar a las personas con ciertos problemas neurológicos a andar de forma más natural con más velocidad, estabilidad y confianza. La tecnología avanzada L300 proporciona una estimulación eléctrica programada de bajo nivel para activar los nervios y músculos que levantan el pie, proporcionando a las personas la movilidad necesaria para volver a su vida anterior

L300

 Sirve para asistir en la marcha a pacientes con parálisis causada por un Accidente Cerebro-vascular. Asiste a la flexión y extensión de la rodilla y la flexión dorsal del tobillo mediante electroestimulación.

Un sensor inalámbrico que se instala en el talón percibe el momento en el que el pie toca el suelo y sicroniza la estimulación de los músculos para dar un paso. Se prueba en la propia Clínica durante un periodo de aprendizaje tras su programación por los especialistas y si el resultado es satisfactorio el paciente además puede adquirir el aparato. No sirve para todos los pacientes y no soluciona del todo el problema, pero la mejoría es palpable y la comodidad de uso evidente.

L300

NeuronUP para reabilitação cognitiva

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O que é a NeuronUP?

A NeuronUP é uma plataforma web cuja finalidade consiste na reabilitação neuropsicológica (entendida como recuperação, substituição e/ou manutenção), focalizada nos défices cognitivos funcionais que surgem como consequência de um dano cerebral (adquirido ou não), ou do envelhecimento normal (envelhecimento positivo).

Permite personalizar ao máximo possível o tratamento, através de milhares de exercícios, jogos e simuladores, exercitando tanto funções cognitivas básicas, como atividades da vida diária. O múltiplo formato que oferece a plataforma (computador, lápis e papel, tátil) permite ao terapeuta adaptar as características das nossas atividades ao nível do paciente concreto.

Tudo isso proporciona como resultado, uma intervenção intensiva e personalizada. A tecnologia, mais uma vez, coloca-se ao serviço do utilizador (terapeuta e paciente) para tornar a terapia mais eficaz.

Informacion Neuroup

As Funções Cognitivas

As funções cognitivas são os processos mentais que nos permitem levar a cabo qualquer tarefa. Tornam possível que o indivíduo tenha um papel ativo nos processos de receção, seleção, transformação, armazenamento, elaboração e recuperação da informação, isso permite-lhe desenvolver-se no mundo que o rodeia.

Funções cognitivas

orientação
atenção
memória
linguagem
funções executivas
praxias
gnosias
habilidades visioespaciais
cognição social

Vantagens de trabalhar com o NeuronUP

Tecnologia ao serviço do paciente

  • Um modelo tecnológico que facilita uma terapia intensiva tanto em pessoa como online.
  • Personalização do tratamento através de milhares de exercícios modificando o seu tempo e dificuldade.
  1. Material atrativo e Biofeedback para motivar o paciente.
  2. Fichas específicas para a reabilitação da memória, atenção, linguagem e funções executivas de maneira concreta, intensiva e personalizada.
  3. Comprovado por mais de 10 anos de experiência clínica, em pacientes com dano cerebral adquirido e demências.
  4. O registo simultâneo da execução das tarefas permite monitorizar o rendimento e a evolução do paciente.
  5. Planeamento personalizado e sistemático das sessões terapêuticas.
  6. Classificação concreta e exaustiva das funções a reabilitar.

Como é que se trabalha?

O paciente e o Neuropsicólogo trabalham com o computador e o ecrã tátil. Também se pode utilizar a tecnologia de rato ótico para pacientes que não podem fisicamente manejar um rato ou pressionar um ecrã tátil devido aos défices motores. Os exercícios são selecionados em função dos défices cognitivos que se queiram trabalhar, o seu nível de dificuldade e o seu tempo de realização. Estes exercícios também se podem imprimir em papel e trabalhar no citado suporte.

Ao terminar as sessões, guarda-se a informação na ficha “informática” de cada paciente para poder realizar a rastreabilidade e comprovar conjuntamente a evolução real do paciente.

As imagens e fichas são lúdicas, intuitivas e motivadoras, conseguindo-se com isso a máxima participação do paciente. Da mesma forma, a estrutura e classificação da plataforma relativamente a diferentes funções a reabilitar e áreas de ocupação e intervenção, permite preparar as sessões de forma rápida, concreta e eficaz.

Neuronupneuronupneuronup

Áreas de intervenção

Funções cognitivas.

Orientação

  • Pessoal
  • Temporária
  • Espacial

Atenção

  • Velocidade de processamento.
  • Sustentada
  • Seletiva
  • Alternante
  • Heminegligência.

Memória

  • Semântica.
  • Episódica.
  • Procedimental

Áreas de Ocupação

As atividades da vida diária são tarefas realizadas pelas pessoas no seu dia-a-dia. Quando se produz um dano cerebral (adquirido ou não), a prioridade e natureza dessas atividades pode requerer uma reformulação. Em muitos casos, essas atividades poderão voltar a realizar-se. Em outros casos, as atividades vão ser substituídas por outras novas, ou serão realizadas técnicas de substituição e compensação a depender do perfil cognitivo dos pacientes.
A NeuronUP integra as características da terapia ocupacional e da neuropsicologia, levando a cabo uma análise compreensiva das atividades que constituem estes campos, sem esquecer uma análise detalhada dos processos neuropsicológicos que estariam envolvidos neles. O propósito é estabelecer uma classificação apropriada dos níveis de complexidade das tarefas. A NeuronUP aproxima-se à reabilitação das Atividades da vida diária de uma maneira operativa. Integramos objetos quotidianos em simuladores que as pessoas utilizam para treinar o seu uso com objetos e as sequências que devem levar a cabo para os utilizar. Os simuladores treinam o uso de objetos quotidianos num âmbito digital, permitindo adquirir estratégias de resolução para um contexto real.

Atividades

AVD’s básicas

  • Banho – duche.
  • Controlo de esfíncteres.
  • Vestir-se.
  • Alimentação.
  • Mobilidade funcional.
  • Higiene e arranjo pessoal.
  • Higiene na sanita.

AVD´s instrumentais

  • Comunicação.
  • Mobilidade comunidade.
  • Gestão financeira.
  • Saúde.
  • Gestão da casa.
  • Cozinha e limpeza.
  • Segurança e emergências.

Educação

Trabalho

Jogo

Lazer

Participação social.

Alguns exemplos

A meta da reabilitação neuropsicológica é melhorar o desempenho funcional de uma pessoa e compensar os défices cognitivos resultantes, aumentando a habilidade das pessoas para realizar atividades da vida diária. Dentro da plataforma Neuronup de tele-reabilitação, existem mais de 6000 fichas entre atividades em papel e atividades digitais.

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  • Ordenar as palavras apresentadas para formar estruturas sintáticas coerentes.
    • Identificar os objetos exatamente iguais ao apresentado mesmo que estejam rodados.
    • Dizer se as frases apresentadas verbalmente são corretas ou incorretas em relação à imagem apresentada.
    • Realizar uma série de operações em cadeia.
    • Ordenar passos de atividades (imagens)
    • Pôr em ordem os diferentes passos necessários para realizar uma atividade
    • Formar frases, relacionar adjetivos, relacionar verbos com imagem,
    • Simulador real para aprender a consultar o saldo e os movimentos numa caixa automática.
    • Simulador real para aprender a levantar dinheiro de uma caixa automática.
    • Colocar os objetos da cozinha no seu lugar correspondente……..

Perguntas Frequentes

A quem vai dirigida a reabilitação Neuropsicológica com a Neuronup?

Na realidade, pode manejar-se em todos os processos em que exista dano cerebral de qualquer etiologia:
• Dano cerebral: Acidentes cerebrovasculares (Icto Isquémico e hemorrágico), Traumatismos cranioencefálicos, tumores cerebrais, anoxias cerebrais (afogamento, enfarte de miocárdio, inalação de fumo,…), Infeções (Encefalopatia, SIDA, Citomegalovírus, Neurossífilis, Neurotuberculose, Herpes simples…)
• Doenças Neurodegenerativas: Esclerose múltipla, Doença de Huntington, Parkinson, Alzheimer.
• Transtornos do Neurodesenvolvimento: Transtornos da aprendizagem (dislexia, Dislalia, Disgrafia), TEA, TDAH,…
• Deficiência intelectual
• Envelhecimento Normal, Esquizofrenia, transtorno bipolar

Como é que se planeia a reabilitação Neuropsicológica?

O Neuropsicólogo realiza a Avaliação diagnóstica inicial, a partir da administração de diferentes provas (escalas e teste neuropsicológicos) ao paciente e da informação oferecida pela família do paciente. Em função do tipo de lesão, alcance da mesma, défices motores ou físicos acrescentados, funções alteradas e conservadas e tempo decorrido, estima uma duração das sessões, funções cognitivas a tratar, tempo de tratamento e suporte a utilizar. Esse planeamento vai-se modificando ao longo do tempo em função da evolução do paciente. A Plataforma Neuronup ajuda ao Neuropsicologo durante o tratamento devido à Gestão da informação contida na ficha de cada paciente.

Um familiar ou cuidador principal pode substituir as funções do Neuropsicólogo?

Não. A família tem de estar implicada e envolvida na Reabilitação do paciente, mas nunca poderá substituir as funções do Neuropsicólogo. O Neuropsicólogo é quem tem claramente que identificar as funções cognitivas que estão alteradas e quais conservadas, e adaptar as estratégias e os materiais de reabilitação aos nossos pacientes. O Neuropsicólogo pode oferecer umas pautas à família para tratar o paciente no domicílio e para treinar determinados aspetos da vida diária enquanto durar o tratamento. A plataforma Neuronup pode ser utilizada online, mas exclusivamente acedendo às sessões previamente planeadas pelo Neuropsicologo (Ficha do paciente) de forma concreta, não para a plataforma em modo “aberto”. Desta forma evitamos possíveis frustrações e até retrocessos na melhoria do paciente.

Pode afetar um dano cerebral a conduta do paciente?

Após um dano cerebral, não só os aspetos comportamentais se encontram afetados, mas também os afetivos e emocionais. Podem produzir-se:

  1. Problemas para o controlo e a regulação comportamental, irritabilidade, agressividade, impulsividade,….
    2. Apatia, desinteresse e desmotivação generalizada, mesmo as coisas que gostavam antes deixam de interessar, ou para as atividades mais básicas como a higiene e a alimentação…,
    3. Sentimentos depressivos, pranto, desesperança…
    4. Alterações de humor e Egocentrismo
    5. Infantilismo: interesses e condutas inapropriadas para a idade do paciente
    6. Desinibição geral: podem falar muito e não manter o fio da conversa, não guardar as distâncias interpessoais, comportar-se orientado para as suas necessidades e sem lhes importar a opinião dos outros…
    7. Desinibição sexual: mostram uma atitude orientada para a sexualidade

Terapia VitalStim para a deglutição

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O que é a Disfagia?

A disfagia define-se como um transtorno da deglutição caracterizado por uma dificuldade na preparação oral do bolo alimentar ou no deslocamento do alimento desde a boca até ao estômago. Os sintomas da disfagia podem incluir tosse ao deglutir ou depois da deglutição, engasgar-se com alimentos ou líquidos, a sensação de que a comida fica colada na garganta, dor ao engolir, dificuldade para respirar durante a alimentação e a aparição de uma pneumonia por aspiração. A disfagia como sintoma pode ter uma origem funcional (habitualmente neurogénica) ou mecânica, e também pode ser secundária a fatores iatrogénicos como as cânulas de traqueotomia ou certos fármacos. Logicamente, a disfagia neurogénica será referida àquele transtorno da deglutição que aparece no contexto de uma lesão do sistema nervoso.

O que é a Eletroestimulação: o sistema VitalStim® Therapy?

O Sistema de VitalStim® é uma terapia não invasiva e não dolorosa para o tratamento da disfagia, obtida por estimulação elétrica externa que é aplicada na cara anterior do pescoço (definida assim no mercado pela Food and Drug Administration em 2002). O VitalStim® Therapy está apoiada em múltiplos estudos clínicos. O sistema VitalStim® Therapy é a única tecnologia aprovada pela FDA para a restauração da função de deglutição em pacientes com disfagia orofaríngea. O sistema VitalStim® Therapy utiliza pequenas correntes elétricas para estimular os músculos responsáveis pela deglutição. Ao mesmo tempo, os especialistas capacitados (Médico de Reabilitação e Ortofonistas ajudam os pacientes a voltar a educar os seus músculos através da terapia de reabilitação.

O sistema de VitalStim® está concebido como uma modalidade de tratamento complementar, ou seja, “um médico ou um ortofonista certificado aplicará ao paciente a terapia com VitalStim ao mesmo tempo que trabalha posições, manobras e exercícios, para voltar a treinar o mecanismo de deglutição”. O Vital Stim, unido à terapia tradicional permite:

 Manejo mais seguro e eficaz para os pacientes.
 Aceleração no tempo de recuperação de uma dieta restringida.
 Ajuda os pacientes a conseguir uma melhoria sustentada e com resultados a longo prazo.

O efeito duradouro do VitalStim foi validado num estudo de acompanhamento por 3 anos apresentado perante a FDA, o qual mostrou que a melhoria da função para deglutir se manteve durante todo este tempo. Outro estudo já publicado, demonstrou o impacto positivo e duradouro do VitalStim num grupo de pacientes disfágicos, em que tentativas prévias de tratamento com terapia convencional tinham fracassado.

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Como é que funciona o sistema VitalStim® Therapy?

A terapia com VitalStim® Therapy é baseada na Estimulação Elétrica Neuromuscular (NMES), em que uma pequena corrente elétrica, cuidadosamente calibrada, é enviada por elétrodos concebidos especificamente para este propósito. A corrente estimula nervos motores, e estes pela sua vez produzem a contração dos músculos que participam no complexo mecanismo da deglutição. A qualidade da função na deglutição melhora, e com a terapia repetida, os músculos são reeducados.

O Sistema de VitalStim® Therapy implica a administração de pequenos impulsos elétricos aos músculos do pescoço que participam na deglutição mediante elétrodos especiais aderidos à pele que recobre essa musculatura.

 O médico ou ortofonista especialista determina mediante uma avaliação prévia os grupos musculares a tratar.
 Coloca os elétrodos adequadamente e inicia a aplicação da corrente com incremente paulatino na intensidade até obter um nível satisfatório de contração muscular.
 Trabalha exercícios, manobras e posições para voltar a treinar a deglutição (o paciente exercita os músculos da deglutição por períodos de até uma hora quando recebe de maneira concorrente o tratamento com o VitalStim).
 Se o tratamento for aplicado corretamente, aumenta a força muscular, acelera-se a reorganização cortical e incrementa-se a eficácia da terapia por exercício.

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• Limpamos a pele e colocamos os elétrodos; será necessário fazer a barba nos homens.
• Aplicamos a eletroestimulação durante uma hora ou segundo a tolerância do paciente.
• Durante a estimulação, o paciente realiza exercícios ativo – assistidos e pratica a deglutição.
• Introduzimos paulatinamente diferentes alimentos sólidos e líquidos em função da tolerância do paciente.

A estimulação elétrica neuro muscular (NMES) é utilizada habitualmente para ajudar a restaurar a função do músculo noutras partes do corpo, no entanto, os tratamentos com equipamentos NMES tradicionais e os seus elétrodos estão contraindicados para o seu uso na face anterior do pescoço perante a possibilidade iminente de provocar respostas não desejadas, como espasmo laríngeo ou que a estimulação alcance o seio carotídeo e produza bradicardia sinusal. No entanto, o sistema VitalStim® Therapy não é um tratamento tradicional de NMES, uma vez que o equipamento e os elétrodos foram desenvolvidos especificamente para o tratamento seguro e efetivo da disfagia.

As investigações demonstram que a combinação da estimulação elétrica e as técnicas tradicionais de tratamento, é muito efetiva para a restauração da função da deglutição. Alguns pacientes não respondem bem ao VitalStim® Therapy. Isso pode incluir pacientes com dano significativo do neurónio motor inferior e os pacientes com cognição gravemente deteriorada. Um médico certificado pode dar mais informação acerca daqueles pacientes que são candidatos para receberem tratamento com o VitalStim® Therapy.

O sistema VitalStim® deve ser prescrito por um médico e apenas pode ser administrado por um ortofonista formado no VitalStim® Therapy.

Quanto dura uma sessão de tratamento?

As sessões de tratamento, em geral, duram uma hora, mas durante o início da terapia ou quando a idade ou as condições de saúde do paciente o requererem, o tempo pode diminuir ou proporcionar terapias fracionadas durante o dia. Em muitos pacientes, a melhoria na função de deglutição começa quase de imediato. Os pacientes veem frequentemente bons resultados entre 6 e 20 sessões de tratamento.

Funciona com todas as formas da disfagia?

Funciona na disfagia orofaríngea, que é a forma mais comum e que se observa em pacientes depois de sofrerem acidentes cérebro vasculares, pacientes com transtornos neuromusculares progressivos e pacientes que sobreviveram a cancro de pescoço e cabeça, sobretudo depois de radioterapia. Também funciona muito bem em pacientes idosos que apresentam disfagia de etiologia desconhecida.

Quem não pode receber VitalStim®?

 O sistema VitalStim® Therapy não deve ser usado quando a causa da disfagia for de origem esofágico ou até que esta alteração tenha sido corrigida.
 Quando o paciente apresentar Refluxo Gastroesofágico Severo.
 Nos pacientes com alterações demenciais que apresentam “verborreia”.
 Quando existir um tumor ou infeção ativa na face anterior do pescoço.
 Em pacientes com transtornos convulsivos não controlados.
 Deverá ser utilizado com as precauções correspondentes quando o paciente contar com implantes eletrónicos (marca-passos, desfibriladores, estimuladores profundos do cérebro).
 Quando o paciente possuir implantes metálicos no pescoço e na trajetória da corrente elétrica.

Um médico certificado no VitalStim® Therapy pode dar-lhe mais informação acerca da indicação para este tratamento.

Quais são os efeitos secundários do VitalStim®?

O único efeito secundário e indesejável observado durante o seguimento em diversos estudos clínicos, foi a aparição ocasional de irritação da pele como resultado do adesivo utilizado para fixar o elétrodo de estimulação na parte anterior do pescoço.

Efectividade do sistema VitalStim® Therapy?

Múltiplos estudos indicam que o sistema VitalStim® Therapy é seguro e eficaz, e que a adição da eletroterapia ao manejo tradicional da disfagia melhora significativamente os resultados, e diminui o tempo hospitalar. Além disso, na FDA também foram demonstrados resultados positivos do tratamento na maioria dos pacientes.

Ortofonia e Neuropsicologia

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  • logopedia

ortofonia é a disciplina sanitária que avalia e trata os transtornos da comunicação humana, manifestados através de patologias e alterações na voz, a fala, a linguagem (oral, escrita e gestual), a audição e as funções orofaciais, quer em população infantil quer adulta.

neuropsicologia estuda os efeitos que uma lesão, dano ou funcionamento anómalo nas estruturas do sistema nervoso central causa sobre os processos cognitivos, psicológicos, emocionais e do comportamento individual. Estes efeitos ou défice podem estar provocados por traumatismos cranioencefálicos, acidentes cerebrovasculares ou icto, tumores cerebrais, doenças neurodegenerativas (como, por exemplo, Alzheimer, esclerose múltipla, Parkinson, etc.) ou doenças do desenvolvimento (epilepsia, paralisia cerebral, transtorno por défice de atenção/hiperatividade, etc.)

Para os pacientes que precisam tanto de Neuropsicologia como de ortofonia por diferentes causas, tem que se planear de forma personalizada uns objetivos terapêuticos mediante tratamento individualizado. Esses objetivos vão-se modificando ao longo do tratamento em função dos êxitos que se vão conseguindo.

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